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Home Plenária Digital GT de Música Ata da 4ª Reunião do GTS de Música.
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 Assunto:Ata da 4ª Reunião do GTS de Música... 08-09-09 
Fórum de Cultura de Teresópolis
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Incorporado: 06-09-09
Posts: 21
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ATA DA 4ª. REUNIÀO DO GT DE MÚSICA

Aos 03 dias do mês de setembro foi realizada na Pró Arte a 4ª reunião do GT de música de Teresópolis com a presença dos músicos Fernando Mello, Allan Magalhães, Fausto Baptista, Fabiano Marques, Maurício de Moraes, Jorge Péculas, Patrícia Araújo, Timbira, Genaro, Lu Guarilha, Leonardo Pinto, Sõnia Bruno, José Luis, Tiago Dumald, Lu Guarilha, Vinícius Pacheco, PC, e Ronaldo Fialho.

A reunião começou com a leitura da ata e a discussão sobre os tópicos levantados em reuniões anteriores. Primeiro foi explicado o projeto do Selo, depois uma discussão sobre a nota contratual, Foi lembrada a observação feita pelo membro ausente (ausência justificada) André Novaes, sobre o fato de que a nota não seria um assunto a ser tratado pelo GT de música, responsável diretamente por elaboração de propostas culturais.
Lu Guarilha propõe que depois da conferência haja um evento em que se reúnam os contratantes, os contratados frente à frente para discutir essa questão.
Allan enfatizou que essa questão já está sendo discutida na Recultura, na Funarte.
Depois, foi discutido o projeto da Lona Cultural. Vinícius sugeriu que se fizesse uma roda de cultura na calçada da fama, Fernando Mello sugeriu que se incluísse a calçada da fama no itinerário cultural que percorrerá toda a cidade, através do projeto já sugerido e discutido em reuniões anteriores, o “Puxadinho Cultural”.
Lu Guarilha levantou a questão do zoneamento da cidade, e o perigo de se fazer um espaço assim em local residencial.
Ronaldo Fialho lembrou que nós ainda estamos na fase do “toró de palpites”. Não é ainda a fase de discutir os desdobramentos, e sim de jorrar as idéias.
Marcos Wolff disse que a casa de cultura está lotada e não tem mais espaço para abrigar novos projetos, e que talvez a lona pudesse atender a demanda que a casa de cultura não consegue mais abrigar.
Ronaldo disse que alguns projetos da PMT estão ficando grandes demais para a casa de cultura, como o “Cultura de Raiz.” Disse ainda que os projetos “Cultura nos Bairros” e o “Cultura de Raiz” são as “meninas dos olhos” da Secretaria de Cultura, pelo fato de que são projetos que transformam efetivamente a sociedade.
Vinícius sugeriu que o festival de música clássica possa resgatar os festivais de outrora, para que a cidade possa fervilhar culturalmente.
Ronaldo observou que a idéia é que esses festivais possam crescer, e fazer festivais de música, festival de choro, exposições, etc.
Marcos Wolff observou que mesmo na época da Pró-Arte, os festivais não interagiam muito com a população da cidade. E que para isso acontecer seria preciso acontecer as oficinas.
Lu Guarilha disse que seria preciso observar as tendências musicais diversas, como a música contemporânea, mesas de discussão, e etc.
Allan observa que isso vai ao encontro da idéia da rede de música no SEBRAE em parceria com o SindiMusi.
Lu Guarilha lembra do calendário de eventos, e que se faça o nosso festival, ou a nossa feira de forma grandiosa. Ronaldo disse que a Sec de Cult não tem dinheiro, então a idéia é que a sec tenha 3 projetos ao ano de responsabilidade da cultura. Festival de Música atendendo a várias correntes musicais, um Festival de Teatro privilegiando grupos locais, e o terceiro, uma feira literária, “Primavera dos Livros”.




Os outros tópicos foram lembrados, como a assessoria de informática, a concha acústica da praça olímpica, e todos os outros.
Leonardo Pinto sugeriu que se fizesse uma escola de música em Teresópolis, dando espaço para as pessoas que não podem pagar. Lu Guarilha disse que seria interessante utilizar as escolas tradicionais de ensino infantil, fundamental e médio como pólos de capacitação e formação de músicos, utilizando as instituições da cidade. Maurício sugeriu que se fizesse parcerias com o Villa Lobos, no que Allan Magalhães contrapôs dizendo que seria interessante privilegiar as instituições que já existem na cidade, como o Integrartes e o Grêmio Musical Paquequer.
Fernando Mello coloca que essa questão é de vital importância para a sobrevivência dos músicos da cidade que não conseguem viver especificamente de música, e que seria uma porta de entrada para o mercado de trabalho, uma forma de se conseguir viver de forma mais digna exercendo a profissão.
Tiago disse que a sua maior preocupação é a de se viver de seu trabalho na cidade, como havia dito Fernando Mello, mas que ele gostaria de ressaltar a importância de se ganhar um salário digno pelo seu trabalho. Fernando Mello contrapôs dizendo que a idéia é exatamente essa, do músico ser remunerado, de preferência bem remunerado, mensalmente, sob a forma de um salário através de um projeto como o que foi proposto anteriormente.
Ronaldo Fialho reiterou o apelo para que se chamasse as pessoas do interior, e Patrícia Araújo lembrou que nesse domingo haverá o “Cultura de Raiz”, oportunidade de convocar essas pessoas.
Ficou como tópico para a próxima reunião formular as propostas para a conferência e indicar um nome para o conselho municipal de cultura.
Assinam essa ata Fernando Mello e Fausto Baptista.
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