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ATA DA REUNIÃO DO FORUM MUNICIPAL DE CULTURA DE TERESÓPOLIS
ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO FÓRUM MUNICIPAL DE CULTURA DE TERESÓPOLIS, dia 01 de fevereiro de 2010, no Várzea Pálace Hotel às 19:40horas. Com a presença de 32 membros. O Presidente do FMCT José Nelson Arruda iniciou a reunião do FMCT dando boas vindas a todos na segunda Assembléia Extraordinária para a aprovação do Regulamento Eleitoral e para eleição da sociedade civil via FMCT ao Conselho Municipal de Cultura. Comunicou que houve uma mudança na Coordenação, na exposição de Presidente e Vice-Presidente, José Nelson Arruda Presidente, passou a Vice-Presidente, Léo Bittencourt Vice-Presidente assumiu a Presidência, José Nelson ressaltou que o Presidente do FMCT será o Vice-Presidente do Conselho Municipal de Cultura; reafirmou que em março haverá eleições para nova Coordenação para o biênio 2010/2011, dando continuidade a pauta, passou a palavra ao Presidente Léo Bittencourt que agradeceu a presença de todos; explicou que o Regimento prevê algumas atribuições específicas, porém a Coordenação atual é provisória, criada por necessidade naquele momento e de quem poderia se disponibilizar e hoje pode-se ampliar para quem deseja participar. Dando início a pauta do dia: 1- APROVAÇÃO DO REGULAMENTO ELEITORAL; 2-ELEIÇÃO DOS CANDIDATOS PARA O CONSELHO. Antes de iniciar a leitura do RE foi explicado que o mesmo é fruto da participação de todos os GTS que participaram com propostas e que após a leitura de cada capítulo os membros que ainda tivessem alguma dúvida e se fossem necessárias ponderações, acrescentar, ou não concordarem, se inscreveram e teriam a palavra para apresentar sua proposta aos presentes e os mesmos decidiriam por maioria sim ou não a proposta para ser discutida. Waldir Silva, da Coordenação, com a palavra, comunicou aos presentes que havia disponível algumas cópias do RE para que todos pudessem acompanhar a leitura e que cada membro teria 2(dois)minutos para fazer suas sugestões, ponderações, reforçou ainda o que Maria Luiza Aboim, da Coordenação, enfatizou que o RE está postado no Site www.forumculturadeteresoplis.com.br e também que foram enviados para os e-mails e que após o RE aprovado aconteceria as eleições para o Conselho, explicando que eleição será ser regulada pelas Disposições Transitórias que consta a partir do Art.42º para explicar quem vai poder votar e que o Vice- Presidente da Coordenação do FMCT José Nelson Arruda conferirá os nomes inscritos no FMCT e para ter direito ao voto é necessário estar inscrito no FMCT e se por ventura alguém que não estivesse inscrito no FMCT esta pessoa não poderia votar. O Vice-Presidente da Coordenação do FMCT José Nelson Arruda pediu a palavra e comunicou que tem pessoas que acompanharam as reuniões no passado, mas não se inscreveram, citando como exemplo o Sr. Eduardo que tem acompanhado as reuniões e talvez as reuniões do GTS; comunicou que as listas de presenças das reuniões e as Atas também seriam consultadas. O Presidente da Coordenação do FMCT Léo Bittencourt deu início a leitura do RE. Ao término do CAPÍTULO I- sem nenhuma ponderação deu-se prosseguimento ao CAPÍTULO II- houve ponderações referente ao Art. 4º III sendo esclarecido que uma coisa é convocar, você pode convocar, e outra é publicar lista de nomes, tornarem público, Waldir Silva, Coordenação e José Nelson, Vice- Presidente com a palavra esclareceu a dúvida e foi o item entendido. Lúcia do GTS Audiovisual sugeriu que o item ficasse bem separado e que uma coisa é convocar o comparecimento e outra é estabelecer onde vai estar disponibilizado os nomes e Léo Bitencourt sugeriu que colocasse mais um item, “disponibilizar para acesso público a lista de membros aptos votar”, desmembrar o item do III porque não fica vinculado, a Coordenação redigirá melhor redação do item. Art. 4º VI apurar, homologar e proclamar houve explicação pela Coordenação; CAPÍTULO III- não houve ponderações. CAPÍTULO IV: sem nenhuma ponderação. CAPÍTULO V: Art. 17º, Alyxandre Guadenzi, Coordenação do FMCT, explicou, e o critério que foi adotado estava invertido e que o critério de desempate seria pelo tempo de inscrição no FMCT. Foi levantada a questão por Alair Almeida que o texto se mantivesse para que estimulasse as pessoas a comparecer as reuniões. - Em caso de empate no número de votos entre candidatos concorrentes, o desempate se fará considerando, em primeira instância, o somatório do número de reuniões comparecidas pelo candidato no ano anterior à votação e, em segunda instância, o tempo de inscrição no FÓRUM. No Art.13º foi refeita a redação, “sendo um”, lê-se “sendo dois”. Retomando a palavra, Alyxandre Gaudenzi, Coordenação, disse concordava com Alair e que por diversas vezes já tinha sido discutido este item nas reuniões do Fórum reforçando que Maria Luiza Aboim já havia alertado para este fato, pediu então que fosse colocado em votação, posto em votação manteve-se o texto. Pediu a palavra Waldir Silva, Coordenação, para identificar um erro material no CAPÍTULO V Art. 13º- Serão escolhidos para compor o CONSELHO os membros que se qualifiquem para o cargo, sendo um indicado por cada GTS ativos lê-se: será escolhido para compor o CONSELHO os membros que se qualifiquem para o cargo, sendo DOIS indicados por cada GTS ativos, isto porque um é Titular e o outro Suplente , para manter a coerência, e que houve um erro de redação. Lúcia Duarte do GTS de Audiovisual pediu a palavra, pois não havia entendido, logo após sentiu-se contemplada. Ricardo Celestino GTS Artes Visuais colocou o que está nas Disposições Transitórias para votação e que nas indicações dos GTS deverão ser pegas no Art.14 e deverá votar em até 5(cinco) candidatos, e a votação no Conselho é em nomes e segue os cinco mais votados indicados ao Fórum, que as indicações vai ser em GTS e a votação vai ser em nomes e que não era o caso desta eleição, Léo Bittencourt esclarece que ele estava falando do assunto a ser tratado mais a frente. Marilú GTS Artes Visuais pediu a palavra para retornar ao Art.13º sugerindo que mudasse apenas a redação – um membro Titular e um membro Suplente, e foi contemplada com a sugestão. Ricardo Celestino pede a palavra e diz que no Art. 16 já dá as condições de suplentes e que é a favor de deixar como está, os GTS indicam nomes e na hora de votação se votam em nomes e os critérios estão no RE . Lúcia Duarte GTS Audiovisual diz que nós temos dois suplentes, um suplente é o indicado que nós temos no seu GTS aquele que fosse o primeiro e quem você queria que fosse o segundo a outra questão, VAMOS MUDAR O NOME DE UM DOS DOIS, um é suplente de sua indicação o outro suplente da sua função no Conselho, não tem que estar vinculado um com o outro, mas que o GTs em vez de colocar dois suplentes já pode colocar uma prioridade nisto, Léo Bittencourt repete a colocação de Lúcia Duarte: quando for colocada a indicação os dois indicados os dois seriam concorrentes a titularidades? Ou seja, os GTS forneceram dois membros a serem titulares, ou duas pessoas a concorrerem ao pleito votação de maioria simples? A Coordenação se reuniu para fazer uma proposta para contemplar o coletivo; colocando para o coletivo, reforçar a proposta pela transparência e democracia para que os GTS apresentem dois nomes para concorrerem a vagas de membros ao Conselho e de suplente já que temos 10 (dez) vagas a serem preenchidas, cinco de Conselheiros e cinco de Suplentes e desta forma os mais votados irão subindo, naturalmente está é a colocação da Lúcia e dos presentes também e a outra colocação que teria sido anteriormente colocada é que seu GTS na hora de propor seu titular e um “reserva”, pois na ausência de um o outro assume. Léo perguntou se estava nítido, surgiu dúvida, Léo respondeu citando como exemplo que o indicado a titular do Conselho pode ser do GTS Audiovisual e o suplente titular ao GTS de Arte Cênica ou pode também ser titular do Audiovisual e o suplente titular do Audiovisual, e que nós temos que escolher, lembrando que estamos em construção e este RE está amadurecendo, que nós coordenação, temos nos esforçado muito sempre nos reunindo para fazer de forma equilibrada, mas essas questões estão amadurecendo, perguntou se havia esclarecido e que o importante era que todos se tornassem conscientes na votação para obter um Conselho forte e o coletivo é quem saberia avaliar isto começando agora. Maria Luiza Aboim lembra que conversando com Michelle Bronstein GTS Entidades, a mesma mostrou o que ainda não está muito claro: Michelle foi indicada ao Conselho e que o candidato a Suplente vem de outro GTS e que eles se reúnem sempre em reuniões de GTS e que tem que lembrar que o Conselheiro não está representando o seu GTS e sim o FÓRUM, e que no momento em que você está no Conselho você não é mais seu GTS foi indicado pelo seu GTS, claro que você tem mais clareza das necessidades de seu GTS, mas os cinco Conselheiros estão representando a sociedade civil. Maria Tornaghi pede a palavra e diz que é um momento histórico isto, e que no primeiro momento nós tínhamos muitos GTS, 12 (doze) GTS, e quando você tivesse ausente por um momento viesse outro em seu lugar, agora eu temos menos GTS, temos a necessidade de aumentar a participação por grupo. Marilú acrescenta que é a favor da redação ser a seguinte, “os GTS pode indicar até dois candidatos e a votação na Assembléia é quem vai dizer quem vai ser Suplente e Titular; Alyxandre Guadenzi pediu a palavra e diz que entendeu a questão levantada e ter motivo para votar seriam necessário ter 10(dez) nomes, e hoje nós temos 7(sete)GTS aptos a votar e que existe a regra para que o GTS possa votar, que ele precisa ter 4(quatro)membros, estar ativo a tantas reuniões, e hoje nós temos 14(quatorze) nomes no maximo e destes quatorze 5(cinco) assumiriam suas cadeiras e 5(cinco) seriam Suplentes e no caso 4(pessoas) ficariam de fora, no caso de votação alguém ficaria de fora, e para assumir a Suplência não precisa de ser de dentro do GTS você não escolhe seu Suplente, citou como exemplo, quando um vereador sai quem assume o próximo que estiver naquela legenda. O Suplente é aquele que tem o maior número de votos que está atrás de você e ele assumirá a cadeira ; ainda frisou uma questão importantíssima levantado por Maria Luiza Aboim, nós não somos representantes de nossos GTS e sim representantes da sociedade civil e se entra uma pessoa que não é do meu GTS ela é legitima para representar o Fórum, para representar a sociedade por ter participado do Fórum e da votação. Léo Bittencourt, de posse da palavra coloca em votação: “em que se apresente até 2(dois) nomes por cada GTS para concorrer “, por maioria, sim, concordam. Ricardo Celestino esclareceu suas dúvidas pois não havia entendido que permaneceria o que estava no RE.Seguindo a leitura do RE, CAPÍTULO VI Art.20º Léo Bitencourtt esclareceu a Marilú que : A eleição de membros do FÓRUM para sua COORDENAÇÃO deverá ocorrer na última semana do mês de março em conformidade com o Regimento Interno do FÓRUM ,pois não haveria tempo hábil depois do carnaval para cumprir o calendário por isso foi sugerido colocar na ultima semana de março. Sem mais nenhuma colocação passou para o CAPITULO VII, sem nenhuma ponderação prossegue para o CAPITULO VIII, sem nenhuma ponderação iniciou o CAPITULO IX, Art. 46º esclarecendo a ? xxxxxx que poderá votar em até 5(cinco) nomes, pois anteriormente havia sido votado que seria em nomes e não mais em GTS. Ao final da leitura do RE estiveram abertas as inscrições para sugestões. “Referente ao Art.47º parágrafo primeiro” Marilú pede a palavra coloca que considerando o que ficou para trás resolvido, no que se refere a cada GTS indicar duas pessoas que quiser o parágrafo Primeiro perdeu o sentido, o” GTS não vai indicar suplente e sim indicar dois candidatos”, e por este motivo o parágrafo primeiro pode ser retirado do RE, Maria tornaghi sugere que se indicasse dez pessoas pois pode acontecer que todos votem em cinco pessoas para evitar problemas de preencher as outras cinco vagas . Waldir esclarece e coloca uma proposta que a Coordenação está trazendo, pediu que o GTS indicasse dois nomes , um Titular e um para Suplente, para esta eleição específica, sete GTS fizeram esta indicação, indicaram um Titular e um Suplente e a proposta é que cada membro apto a votar, vote em a até cinco GTS, que tem os Titulares e Suplentes na cédula, e a apuração os cinco GTS mais votados teriam os indicados para Conselheiros e os dois menos votados fariam de seus titulares dois primeiros Suplentes seguintes, sobraram três vagas para Suplentes que viram dos primeiros colocados ao Conselho mais votados. Ricardo Celestino pede a palavra e coloca que no Art.46º diz que cada eleitor poderá votar em cinco nomes e na verdade são cinco GTS que haveria fazer a modificação. Léo Bittencourt pede a palavra para fazer correção do texto ler-se-á ” A votação dar-se-á em cédulas contendo todos os nomes dos GTS, dois Titulares e dois Suplentes. Onde cada eleitor poderá votar em até cinco GTS.” para estar de acordo com as disposições transitórias. Que as disposições transitórias só valem para estas eleições que vem de um mandato provisório. Alyxandre Gaudenzi reafirma que as disposições provisórias serão validas apenas para estas eleições. Reforça o Art. 46º que se leia EM ATÉ CINCO GTS e não nomes. Ricardo Celestino quer saber como é que fica, pois na redação que foi enviada e foram modificadas, como é que fica as Disposições Transitórias que tanto que vai valer eleições de hoje para do Conselho quanto da Coordenação e nas chapas vai entrar a questão de seis meses como está acima ou entrar de quatro meses que não consta, e teria que valer a questão de seis meses já que na Assembléia Ordinária foi votada nas Disposições Transitórias, quatro meses e que teria que fazer está alteração , Alyxandre Guadenzi explica que na última reunião havia sido pedido uma alteração e que neste caso a coordenação não contemplou mas que se pode começar a pensar em adicionar um Art., Dizendo que das chapas à coordenação diminuir o tempo para quatro meses, acrescentando que ainda se lembrava de que apenas quatro pessoas da chapa seguiriam esta regra. Alyxandre prossegue dizendo que o Art. 19º que rege a Coordenação do FÓRUM, e houve uma alteração, pois houve pedido de muitas pessoas para alteração do tempo. E também a possibilidade de colocar pessoas que não tinham este tempo dentro da chapa, a coordenação sugeriu que a chapa tendo oito nomes, destes quatro nomes deveria seguir a regra de seis meses por questões de obrigatoriedades para compensar os outros quatro, mas que colocava em votação. Léo pediu ao Alyxandre colocar para o coletivo, em votação o que foi pedido pelo Ricardo Celestino que se acrescente em Disposição Transitória que diminua a obrigatoriedade de quatro para seis meses. Saber se é justo manter o Art.19º do Capítulo VI, lembrando que são oito os membros que compõe a chapa e que ele mesmo, Allyxandre, não pertence a nenhum GTS, mas é inscrito no FÓRUM. Em votação, se é justa para esta eleição ou há necessidade de criar outro Art. para substituir este, colocado em votação em manter este Art. colocando se ainda há alguma dúvida sobre a questão Marilú pergunta: quatro membros são do FÓRUM e ou outros quatro podem ser externos? Alyxandre responde que sim e dando como exemplo: que você conhece uma pessoa que é especialista em alguma necessidade para atuar na chapa a mesma deverá se inscrita no FÓRUM para fazer parte da chapa e que apenas quatro vagas estão disponíveis para este fim e quem muitas fizeram este pedido para trazer pessoas específicas e até mesmo trazer pessoas de fora para poder acrescentar. Maria Luiza Aboim pede a palavra e acrescenta como exemplo que em algum determinado momento haverá necessidade de gerir uma verba e que dentro do Conselho não tenha ninguém que entenda de contabilidade e que tem uma pessoa que é especialista em contabilidade de cultura é interessante está chapa ter esta pessoa para ajudar, como sugestão também se poderia colocar seis pessoas e duas, e que a pessoa vai se inscrever no FÓRUM só não terá limitação de prazo. Marilú sugere que se alguém quer ajudar o FÓRUM, e o FÓRUM precisa de ajuda esta pessoa pode vir, dando uma palestra como fez Maria Amélia, fornece informações, mas se quer participar da Coordenação do FÓRUM deve ser inscrita e que tenha participado pelo menos das plenárias. Ricardo Celestino propõe que quatro membros como está no RE e os outros quatro teriam membros do FÓRUM não precisa ser membros do GTS, mas ter que freqüência de no mínimo três meses. Alyxandre Gaudenzi coloca que anteriormente era uma reunião por semana e agora é uma vez por mês, que dentro da Coordenação a avaliação é feita por números absolutos, uma reunião e três extraordinárias naquele mês, no caso não é preciso preocupação, que no decorrer do ano se você tiver seis reuniões está apto a votar, o mesmo de quando era assíduo por quatro meses. Alyxandre Guadenzi continua dizendo que uma questão importantíssima está sendo colocada é que isto é uma votação e que as chapas virão de vocês, se não quiserem colocar ou convidar pessoas de fora, vocês é que seriam votados na sua chapa e é obvio que ninguém colocará “ETs” e que cada um colocará na chapa pessoas que conhecem , é uma votação. Ninguém vai eleger uma chapa fraca. Maria Tornaghi reforçando o que Alyxandre Gaudenzi falou, diz que imagina que estas chapas tenham programas e que estes programas seriam distribuídos nas funções e que eventualmente para fazer estes programas você precisará de alguém que não é do FÓRUM e você está votando num programa e não numa pessoa. Alyxandre reafirma que será o voto é que determinará sua escolha e que na sua opinião não se deve evitar pessoas que vem de fora que já trabalharam em outros lugares e tem experiência e que as pessoas muitas vezes tendem a ser bairristas. E que se todas as chapas forem perfeitas não é preciso ter chapas tem-se uma chapa única. Ricardo Celestino questiona que para votar tem que haver um mínimo de presença e ao mesmo tempo pra você ser votado tem que haver um mínimo de presença e tempo. Waldir Silva com a palavra pede que se coloque um meio termo, e diz que não entendeu já que estamos no Art.46º e voltou ao Art.19º, e explica que a disposições Transitórias rege exclusivamente o processo eleitoral para Conselheiro do Conselho Municipal de Cultura desta eleição. Não inclui o FÓRUM. E não ver o porquê de trazer o Art. 19º pra dentro das Disposições Transitórias e o que rege o FÓRUM em março é o Art.19º e que já tínhamos acordado para ele e propõe que passamos para Disposições Transitórias e façamos nossas sugestões em cima dela. Léo Bittencourt pede que Ricardo Celestino coloque sua sugestão para que se vote, a proposta é que no Art. 19º fique quatro membros do FÓRUM com participação ativa e o restante dos membros com três meses de participação ativa e 50% de presença. Waldir de posse da palavra pede que se vote em continuar o CAPÌTULO IX Disposições Transitórias, posto em votação foi contemplado. Marilú pede desculpas ao Waldir Silva ao que vai falar e diz da importância do Art. 19º e que valeria a pena voltar no mesmo e propõe mudança. Segue dizendo que o presidente da coordenação do FÓRUM, será membro nato do conselho, colocando a sugestão de que o presidente, vice-presidente, secretário, vice-secretário do FÓRUM, sejam membros do FÓRUM com seis meses de participação e que os que vierem de fora podem ficar-nos outros cargos. Léo Bittencourt com a palavra dá por concluída a leitura do Regulamento Eleitoral, diante das colocações discutidas item por item, dizendo que ainda temos muito que melhorar e estava satisfeito com as sugestões de todos os presentes e coloca em votação a aprovação do Regimento Eleitoral que teve sua aprovação por maioria absoluta. Lúcia Duarte pede a palavra e se diz “atropelada” e que detectou uma incoerência no Art.46º e 47º, dizendo que haveria uma necessidade de mudança na redação devido a várias mudanças propostas anteriores para ficar mais claro e sugere a seguinte redação: Art. 46º”A votação dar-se-á em cédulas contendo os nomes dos candidatos titulares e suplentes de cada GTs. Cada eleitor poderá votar em até cinco GTs.” 47º”serão eleitos Conselheiros os cinco membros titulares indicados pelos GTs mais votados, sendo os outros suplentes.” Maria Tornaghi pediu a palavra e diz ter uma dúvida, “se nós concordamos lá trás, que não deveria ter um titular e um suplente porque estamos voltando nesta Disposição Transitória estamos fazendo diferente? E porque hoje estamos fazendo isto se achamos que aquela era a melhor colocação? Léo Bittencourt esclareceu a dúvida, dizendo que estamos fazendo desta forma porque ainda temos um formato “pobre” de participação e podermos assim fortalecer o GTs e sua representatividade. Léo Bittencourt pede que cada candidato a uma se apresenta vaga no Conselho se apresente dizendo ao que veio. Sérgio Moraes se apresenta dizendo que foi indicado pelo seu GTs, GT Artes Cênicas, faz cultura dos bairros, representando os artistas que “ralam”para fazer cultura nesta cidade mesmo quando sem remuneração da secretaria de cultura. A plataforma é mínima espera que todos aprovem e aclamem, é a remuneração digna dos artistas da cidade, espaço para todos os artistas da cidade, criação de infra estrutura local e espaço para levar arte e cultura nesta cidade. Maria Tornaghi se apresenta dizendo que foi indicada pelo seu GTs, GT artes Visuais, hoje aposentada e moradora há três anos nesta cidade, trabalha desde 1963 ligada a arte, mas especialmente artes plásticas, trabalhou em escolas hoje primeiro grau até universidades em projetos diferentes, na área cultural neste tempo todo. Vindo para Teresópolis diminuindo o ritmo de trabalho tem mais disponibilidade de pensar na Cultura da cidade que elegeu como dela, e que pode oferecer o que o Sérgio já falou e que eles têm conhecimentos próximos de trabalho. Além do que ele, Sérgio, falou usar toda a experiência que teve em favor da cultura de Teresópolis e os contatos que eventualmente possa trazer. Lúcia Duarte, representante do GT Audiovisual, professora universitária de comunicação social há mais de vinte anos, e mestre em comunicação e cultura e como moradora há três anos, mas freqüenta a mais de trinta anos por ter casa e que foi indicada por seu GTS por achar que pode contribuir para a formação do Plano Municipal de Cultura como um todo, trazer verba para acrescentar melhorias através do Plano Municipal de Cultura. O GT de Dança, representado por Kelly Cristina Nogueira, bailarina, trabalha a mais de dezoito anos como professora de dança, é representada por Ellen, que justificou a saída de Kelly por motivos pessoais, que diz que a proposta é pensada como a cultura como um todo e como poderá contribuir. Rafaela, bailarina e coreógrafa, membro do GT de Dança acrescenta que há necessidade de espaço físico coerente para todos os GTS e vê a cultura como um todo. A representante do GTS Entidade, Michelle Bronstein, é administradora de empresas especializou-se em gestão e introdução cultural e mestre em comunicação social. Há dez anos trabalha no centro cultural FESO PROARTE trabalha na parte da gestão e também é professora na área de planejamento estratégico e também administração de bens culturais na Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro. A proposta é como participante do Conselho é defender a profissionalização do campo artístico, pois o que se nota nesta área é que existe uma carência muito grande de profissionalização e é por isso que cada vez mais o mecanismo de cursos e instituições se organiza a fim de criar esta profissionalização, e a nossa cidade tem um potencial fantástico, principalmente para a cultura e que precisa de profissionais devidamente capacitados e habilitados, então a proposta é defender a profissionalização do campo da arte em Teresópolis. O GT de Música representado por Álan Magalhães é também representante do sindicato dos músicos profissionais do estado do RJ, e “pegando carona” no que a Michelle falou inclusive o foco da nossa gestão, do sindicato, é justamente a capacitação profissional. E assim tem sido feito uma série de convênios visando especialmente à capacitação dos músicos que é no caso a nossa categoria. No entanto aqui no Conselho Municipal, é importante a questão da profissionalização e que gostaria de chamar atenção para o fato da conscientização dos profissionais que eles são profissionais, porque lamentavelmente que nestes quinze anos de participação sindical os profissionais não se entendem como profissionais e se vêem apenas como artistas, mas que precisam vestir a camisa de profissionais trabalhadores. O representante do GT Patrimônio, Carlos Artur dos Santos, é historiador, professor também formado em turismo, está começando em abril uma pós na UFF de história regional, está a bastante tempo na política em Teresópolis e pertenceu à associação dos moradores da Várzea e lutou muito pela “Viva Cultura” a proposta é a seguinte: primeiramente resgatar a história de Teresópolis, resgatar a nossa memória, pois tem a haver com cada um de nós. E logicamente colocar Teresópolis no calendário das cidades mais visitadas, isto fazendo contatos quando estiver cursando a pós. Também procurar através de verbas revitalizarem alguns monumentos históricos que estão esquecidos. Prosseguindo, Léo Bittencourt passou a palavra aos Suplentes de cada GT, chamando Nara Zeitune representante a Suplente do GT Artes Cênicas, atualmente foi eleita delegada para Conferência Nacional de Cultura, e a proposta é fazer o possível para melhorar a gestão de política cultural da nossa cidade que está uma “vergonha” e o que puder colaborar estamos aí. A representante a Suplente do GT Artes Visuais Marilú, diz que deseja é que Maria Tornaghi seja eleita pela sua “bagagem” e que foi escolhida pelo seu GTS a Suplente de Maria. Marilú é artista plástica e está na cidade há dez anos e que antes era advogada, largou tudo e veio para Teresópolis. A representante a Suplente do GT Audiovisual Maria Luiza Aboim, diz que foi indicada há dois dias e que não pode dizer que tenha plano para o Conselho, ainda não tem propostas, planos, mas que está há um ano nesta questão, faz parte da coordenação tem feito o que pode para ajudar a cidade, esteve em Brasília e trouxe duas emendas parlamentares para a cidade e quer continuar a batalhar, Está aqui a cinco anos e quer fazer a vida na área de cultura. O representante a Suplente do GT Dança já falou anteriormente e foi chamado o representante a Suplente do GT Entidades, Lu Guarilha, é musico e faz gestão de cultura há dez anos aproximadamente e este apoiando pelo GT de Musica a candidatura do Álan, e pelo GT Entidades a Michelle, concorda com o que os dois falaram e que a intenção é colocar o Plano Musical de cultura para funcionar, que está é a meta principal agora com o fundo, junto com toda a programação da Conferência de Cultura Nacional. O representante a Suplente do GT Musica, Vinicius Pacheco, educador musical, violinista e estar presente para defender além da identidade do musico a música erudita, popular, folclórica assim como o dialogo com as outras modalidades de cultura, mas focando a musica como primeiro plano. Léo Bittencourt passa para as eleições, explicando que José Nelson Arruda chamará pela lista de presença um por um, e lembrando que podemos votar em até cinco GTs na cédula, quando chamada a pessoa assina a lista de presença junto ao José Nelson vota e deposita seu voto com o Alyxandre Gaudenzi. José Nelson dá inicio a chamada pela lista de presença:Marilú Andrasan, Ricardo Celestino,Hebe, Kelly Cristina AUSENTE, Michelle Bronstein, Maria Luiza Aboim, Lúcia Duarte, Herman Capelle, Luciana AUSENTE, Vinicius Pacheco, Carlos Esteves Gomes dos Santos, Airton Rebello, Eduardo Fagundes, Vania Catarina, Rafaela Ribeiro, Lu Guarilha, Cintia Ferreira Cintra, Paulo Cesar PC, Janete, Sérgio Moraes, Alair Veiga, Louis Capelle, Waldir Silva, Alyxandre Gaudenzi, Léo Bittencourt, Sayonara Zeitune, MariaTornaghi, Fausto Batista, Marcos Wolf, Frank Sipriano, Álan Magalhães, José Nelson Arruda. Fechada a votação, José Nelson, de posse da palavra, diz que houve trinta duas presenças e temos trinta votos assinados na lista de presença e rubricados por ele e duas pessoas que tiveram que sair mais cedo não podendo ficar até o final para votar, a Kelly e a Luciana. Portanto trinta votos e trinta rubricas que receberam as cédulas. Léo Bittencourt se pronuncia e começa a apuração, abrindo voto por voto e dizendo cada GTS que foram votados. Alyxandre Gaudenzi de posse da palavra avisa que cada representante de cada GTS pode vir conferir as cédulas caso tenha alguma dúvida. A seguir Léo proclamou o resultado oficial da eleição: nove votos GTS Patrimônio; treze votos GTS Dança; vinte votos GTs AudioVisual; vinte um votos GTS Entidades;vinte votos GTS Artes Visuais; vinte dois votos GTS musica; vinte cinco votos GTS Artes Cênicas. Parabenizando a todos lembrando que o Presidente do FÓRUM é membro nato assim como o Vice-Presidente e o seu Suplente, divulgando os nomes dos membros que estão ingressando no I Conselho Municipal de Cultura Paritário de Teresópolis os seguintes nomes, Titulares: Léo Bittencourt, Vice-Presidente do FMCT; Sérgio Moraes GT Artes Cênicas; Álan Magalhães GT Musica; Michelle Bronstein GT Entidades; Maria Tornaghi GT Artes Visuais; Lúcia Duarte GT Audiovisual. Suplentes: José Nelson Arruda Lima, Suplente do Vice-Presidente do FMCT; Kelly Cristina Nogueira, GT Dança; Carlos Artur dos Santos,GT Patrimônio; Nara Zeitune,GT Artes Cênicas; Vinícius Pacheco, GT Musica; Lu Guarilha, GT Entidades. Frank pediu a palavra e pediu ao Conselho que deve batalhar para que os eventos voltassem para a mão da cultura. Para valorizar o trabalho do artista, que seja reconhecido e não ficar nas mãos de pessoas escusas. Marilú convida todos os presentes para sua exposição no SESC dia 12 de fevereiro na abertura de sua exposição ”Pontos D”. Sérgio pediu a palavra para comunicar um fato inédito que alegra a toda classe, primeira é ter um representante teatral, grupo “tá na rua” presente no Conselho Municipal de Cultura do Estado. A outra é que cultura é para os que “ralam” e fazem a cultura da cidade, Deu-se por encerrada a ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO FÓRUM MUNICIPAL DE CULTURA DE TERESÓPOLIS, dia 01 de fevereiro de 2010, no Várzea Pálace Hotel às 23:10horas.
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